I&D

Uma história com paixão

Filosofia

A paixão de Jorge Böhm por Portugal já é antiga. A bordo do veleiro “Prosper d’Étel”, um barco de pesca de atum transformado, visitou o país, como estudante, pela primeira vez em 1961. Nos anos 60 iniciou a importação de vinho de Portugal, voltando a este país com alguma regularidade. Em 1976, após a grave crise política, fundou, como primeiro investimento estrangeiro pós-revolucionário, uma empresa para exportação de vinho; no final dessa década foi apresentado ao governo da altura um plano de selecção, caracterização e melhoramento das castas autóctones.

Uma abordagem diferente

Jorge Böhm desenvolveu sempre uma filosofia empresarial algo diferente da habitual e conhecida economia tradicional.

A base da actividade profissional é fundamentalmente o conhecimento técnico aliado à inovação tecnológica, sempre na procura do melhor. Hoje em dia, a Quinta da PLANSEL está em permanente comunicação com a ciência e a cultura, recusando com igual veemência a intolerância e o isolamento curricular. É para nós essencial transformar os resultados inovadores da teoria na qualidade prática dos nossos produtos. Como consequência do nosso estudo e do nosso esforço, as castas da selecção PLANSEL foram as primeiras a serem oficialmente reconhecidas em Portugal e em países de viticultura avançada, especialmente no novo mundo vitícola, graças ao alto grau de sanidade vegetal e à capacidade de produção de vinho de qualidade. Assim, passou a ser uma das nossas principais missões divulgar, a nível internacional, a excelente performance de três grandes castas portuguesas: a Touriga Nacional, a Touriga Franca e a Tinta Barroca. Para além do empenho profissional de toda a equipa, foi sempre um dos nossos objectivos a criação de um maior número de postos de trabalho possível: nos últimos 25 anos a PLANSEL foi o maior empregador privado em Montemor-o-Novo.

A inovação

Vitivinícola

Com a importação de Portugal de vinhos regionais de qualidade, nos anos 70, pela empresa comerciante de vinho de Jorge Böhm, começaram a ser encontrados em Portugal vinhos de grande qualidade, ainda que em volume diminuto.

O Sucesso

O grande sucesso dos vinhos da Quinta da PLANSEL em prémios nacionais e internacionais são o resultado da colaboração científica.

Após uma análise da situação por parte do Instituto de Melhoramento da Videira, de Geisenheim, foi encontrado o problema: as castas antigas autóctones de grande potencial enológico tinham sido drasticamente degradadas por doenças provocadas por vírus e por ausência de selecção clonal ou massal. A origem concreta do problema foi a importação de porta-enxertos, nos anos 30-50, vindos de França infectados com vírus nocivos. Assim, os viticultores começaram a substituir cada vez mais as castas tradicionais por castas de alta produtividade. Esta situação em Portugal deu um ímpeto fundamental à ideia empresarial de Jorge Böhm! Em colaboração com a Universidade de Geisenheim, com a Universidade de Évora e ainda com a Estação Agronómica Nacional, Böhm iniciou a selecção e o melhoramento das castas portuguesas com base na qualidade do vinho. Primeiro, foram criados vinhos monocastas e, posteriormente, submetidos a uma avaliação a nível internacional. O grande sucesso dos vinhos da Quinta da PLANSEL em prémios nacionais e internacionais são o resultado indiscutível desta colaboração científica.

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