CONHECER

A ADEGA

Bem Vindo à adega da Quinta da Plansel. Venha descobrir por detrás destes vinhos que fazem parte da nossa e da vossa vida.

A
Adega
Plansel.

A Quinta da Plansel situa-se a cerca de 100 quilómetros de Lisboa, na parte sudeste da cidade de Montemor-o-Novo. Possuímos 70 hectares de vinhas que fazem parte integrante da zona DOC de Évora.

A região tem um clima temperado de características mediterrânicas. As temperaturas baixam rapidamente com o pôr-do-sol e, com a influência marítima, as temperaturas nocturnas passam para abaixo dos 18 ºC. As noites frescas garantem uma boa acidez e um perfil aromático favorável às castas de referência da Quinta da Plansel: Touriga Nacional, Touriga Franca, Tinta Barroca, Verdelho e Gouveio.

A paisagem é magnífica, com vinhas salpicadas de oliveiras e sobreiros, com o gado a invadir pacificamente as extensas planícies, parques naturais nos quais a adega se integra harmoniosamente.

Um Pouco de História

A adega foi criada em 1997, quando Dorina Lindemann, filha de Jorge Böhm, enóloga licenciada pela Universidade de Geisenheim (Hessen), veio da Alemanha para Portugal com o marido Thomas Lindemann e, aproveitando as vinhas já existentes ligadas ao programa de melhoramento técnico de seu pai, se dedicou à produção de vinho. Hoje em dia, Dorina e as duas filhas, Júlia e Luísa Lindemann, são apaixonadas pelo vinho das castas autóctones portuguesas e pelo Alentejo. A combinação do conhecimento enológico sobre as castas com o da existência da biodiversidade adequada é fundamental para se atingir o nosso objectivo estratégico. A relação directa entre o vinho e o ambiente do Terroir da Quinta da PLANSEL no sentido de uma viticultura de precisão é o segredo do sucesso dos vinhos de Dorina Lindemann.

Em conjunto com o jovem engenheiro Paulo Laureano, Dorina Lindemann produziu o seu primeiro vinho na Adega Experimental da Mitra (Universidade de Évora) em 1993. A primeira marca foi a Plansel (aglutinação de Plantas Seleccionadas). Durante os cinco anos seguintes, Dorina e o marido, Thomas, construíram a sua própria adega, a Quinta da Plansel.

O objectivo de Dorina foi, assim, transferir todo o conhecimento base de seu pai para a enologia. O renascimento de castas antigas foi o início do sucesso do vinho da Quinta da PLANSEL. Prova disso foi a produção inicial de 20.000 litros de vinho por Dorina Lindemann em 1997, produção que foi aumentando de ano para ano. Hoje, a adega alcança uma produção de 400.000 litros anuais. Um dos segredos desse sucesso é a boa colaboração entre Dorina Lindemann e o Eng.º Carlos Ramos, ambos nutrindo uma profunda paixão pelas castas da Quinta, sobretudo pelas Touriga Nacional, Touriga Franca e Tinta Barroca, suas favoritas.

Dorina Lindemann, com as filhas Júlia e Luísa, são as últimas descendentes activas na vitivinícola de uma família que, desde 1828, se tem empenhado no cultivo da vinha e na produção de vinho. Hoje, as filhas seguem o mesmo percurso do avô e da mãe, preparando-se neste momento a nível universitário para enfrentar os desafios que se aproximam.

O processo

Vindima

O início da vindima está relacionado com a análise do estado de maturação das uvas. Durante as vindimas, a maior parte das uvas são apanhadas à mão, colhendo-se apenas os melhores cachos, ramo por ramo. Para evitar que se esmaguem, as uvas são cuidadosamente transportadas em pequenas caixas de plástico e, no caso das castas brancas, condicionadas em câmara frigorífica a uma temperatura de 10º C antes do esmagamento e da extração na prensa. As uvas tintas, por sua vez, entram directamente no processo de vinificação.

O processo

Recepção das uvas

Após serem colhidas, há necessidade de se iniciar rapidamente o processamento das uvas, de maneira a evitar a oxidação do mosto. Na entrada da adega as uvas são desengaçadas e sofrem um ligeiro esmagamento indo directamente para a prensa no caso da uva branca ou então para as cubas de fermentação no caso das tintas. O rosé é obtido de uvas tintas mas com o processo tecnológico do vinho branco.

O processo

Prensa

Após a passagem pela câmara de frio, as uvas passam por um processo de esmagamento suave em prensas pneumáticas para, seguidamente, o mosto ser transferido para uma câmara de fermentação com temperatura controlada. Os tintos sofrem um processamento diferente, a uva vai directamente para as cubas e somente após a fermentação e depois de o jovem vinho ter sido trasfegado, se extrai o restante vinho das massas através de uma prensagem suave.

O Processo

A câmara de temperatura controlada do vinho branco

A adega tem duas câmaras frigoríficas. Uma serve para baixar a temperatura das uvas brancas em relação à temperatura natural no tempo da vindima e, uma segunda, concebida para controlar a temperatura de fermentação dos mostos de castas brancas e do vinho rosé, garantindo assim a frescura e qualidade aromática do vinho.

O Processo

Fermentação em barricas abertas

Na Plansel é reconhecida a importância do tradicional e utilizam se técnicas manuais e morosas, como é o caso dos vinhos da gama Family Estate. Em volume limitado, selecionamos as melhores uvas num óptimo estado de maturação, para assim garantir vinhos de elevada qualidade e complexidade.

O Processo

Fermentação em lagar

No passado, utilizava-se uma famosa técnica nos vinhos grandes do Douro e também aqui no Alentejo: o esmagamento pela típica “pisa a pé” das uvas em lagares monolíticos de granito ou mármore. Actualmente utilizamos lagares em aço inox que permitem uma melhor higienização e controlo da temperatura de fermentação.

O Processo

Fermentação tradicional com remontagem automática

De acordo com o diferente tipo de vinho, utilizam-se diferentes tipos de fermentação em relação às uvas tintas. A fermentação tradicional, com remontagem automática, é a técnica mais utilizada. Como durante este processo moroso da fermentação é importante a temperatura não ultrapassar os 24º C, estes fermentadores são equipados com cintas de refrigeração. É durante a fermentação que ocorre a maceração, isto é, o contacto e consequente passagem de compostos da cor, compostos aromáticos e taninos, da pelicula da uva para o mosto/vinho.

O Processo

Fermentação rotativa (vinimatic) horizontal

O progresso nunca pára! Uma tecnologia do novo mundo vitícola ofereceu-nos a “Vinimatic”; esta tecnologia, que funciona através de um sistema rotativo que tem por base uma hélice interna que permite à massa vínica estar constantemente em contacto com o mosto, permitindo assim uma excelente e rápida extracção das substâncias corantes e aromáticas.

O Processo

Caves barricas

É sempre excitante entrar na sala das barricas da nossa adega. Os vinhos de reserva e de colheita seleccionada têm, relativamente aos restantes vinhos, um processamento diferente. Envelhecidos em barricas, estes vinhos transmitem a nobreza dos vinhos de referência da Quinta. A porosidade da madeira permite uma lenta oxigenação natural do vinho e, ao mesmo tempo transmite-lhe complexidade aromática e gustativa resultando vinhos de enorme qualidade e elegância. O tempo de estágio, sendo sempre superior a um ano, varia conforme as castas e o próprio vinho. Os enólogos Carlos Ramos e Dorina Lindemann, através de provas constantes, determinam qual a melhor fase para o vinho ser engarrafado e, depois do estágio em garrafa, entrar no mercado.

O Processo

Caves de armazenamento

Após o diferenciado processo da fermentação alcoólica, os vinhos tintos regionais e D.O. serão conservados em tanques de aço inoxidável. Nestes depósitos, ocorre nos vinhos tintos a fermentação malo-láctica, na qual o ácido málico (forte e instável) é transformado em ácido láctico (fraco e estável) resultando vinhos mais equilibrados e macios. Depois de uma fase de estabilização, os vinhos são filtrados e preparados para o engarrafamento.

Equipa

Conheça os rostos
da Plansel

Enologia

Dorina
CEO, Co-Founder

Dorina Lindemann é a alma do negócio. Dedica-se a 100% às vendas internacionais, enquanto não descura de produzir os melhores néctares da Plansel.

Carlos Ramos

Dedicado e profissional, é a mão direita de Dorina, e um dos responsáveis pela qualidade constante dos nossos vinhos.

Luisa Lindemann

Começou desde pequena a seguir a mãe pelas vinhas e na adega, e cedo descobriu a paixão pelo vinho, que se reflete hoje nos seus estudos de enologia.

Marketing/ Comunicação

Kai Schierke

Importador alemão e parte integrante da família por amor, veste a camisola da Plansel desde o início, e é fundamental no marketing dos nossos vinhos.

Júlia Lindemann

Nascida e criada no meio da adega, interessou se pelo marketing, e é uma das responsáveis pelas decisões que envolvam a imagem da empresa, bem como a gestão dos social media.

Alexandra Roesch

Alemã de gema, é atualmente a Export/Brand manager da adega além-fronteiras, auxiliando a Dorina na promoção da Plansel.

Administração/ Comercial

Filomena Aviz

É o nosso anjo da guarda, cuida das contas e de toda a atividade do escritório, desde a Saúde e Segurança até aos problemas da impressora.

Susana Parreira
Posição

É a menina bonita responsável pela loja da adega e as vendas, bem como pelos processos de exportação.

Enoturismo

Marisa Parreira

É o rosto simpático e afável, responsável pelo enoturismo e uma meticulosa organizadora de eventos da adega e de todos.

Paula Vedoria

Está com a família há mais de 30 anos, e é uma figura maternal para todos. A sua dedicação é fundamental na equipa de enoturismo.

Produção/ Armazém

José Maria Aviz

Chefe de máquinas de armazém, de aspecto rezingão, mas com um coração mais mole que manteiga.

Adenilson da Silva

O nosso fiel adegueiro, o brasileiro mais português de todos, que está connosco há mais de 15 anos.

Hugo Luz

É o nosso habilidoso de serviço, especialista na arte de inventar mobiliário a partir de madeiras usadas e outros materiais.

Idalina

Faz parte da equipa original de mulheres que começaram na adega com a Dorina. Mulher de poucas palavras, quando fala, é sempre certo.

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